Acredita no Primeiro Passo beneficia mais de 13 mil pessoas no Rio Grande do Norte

Em apenas um ano, o Programa Acredita no Primeiro Passo já transformou a vida de 13.672 pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) no Rio Grande do Norte. No estado, foram repassados mais de R$ 124,6 milhões em operações de microcrédito, com valor médio de R$ 9,1 mil por operação.

Em nível nacional, o programa se consolidou como uma das mais inovadoras e abrangentes políticas de inclusão socioeconômica do país. Desde o lançamento, já foram realizadas mais de 169 mil operações de microcrédito, totalizando R$ 1,5 bilhão em repasses a famílias inscritas no CadÚnico. Desse montante, 68% dos recursos foram destinados a mulheres, público prioritário da iniciativa.

No Rio Grande do Norte, do total de beneficiários, 8.939 são mulheres, 4.665 homens e 68 pessoas não informaram o gênero.

Somados aos programas Agroamigo — voltado ao microcrédito produtivo rural — e Procred — destinado a microempreendedores individuais (MEIs) e microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil —, os investimentos federais já ultrapassam R$ 11 bilhões.

“Ao oferecer oportunidades reais de capacitação, inserção no mercado de trabalho e condições para empreender, o Acredita no Primeiro Passo abre portas para que nossos jovens construam um futuro com dignidade, esperança e autonomia”, destaca o ministro Wellington Dias, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Coordenação e objetivo

Coordenado pelo MDS, o programa tem como foco estimular a geração de trabalho e renda a partir de três eixos principais: acesso ao emprego, qualificação profissional e apoio ao empreendedorismo.

Levantamento recente do MDS, em parceria com o Sebrae, mostrou que 2,5 milhões de pessoas inscritas no CadÚnico abriram um MEI após ingressar no sistema do Governo Federal — porta de entrada para diversos programas sociais.

“Acreditar no primeiro passo é acreditar no poder da educação, na força da perseverança e na capacidade de transformação social. É o Brasil estendendo a mão à sua população e mostrando que o futuro se constrói agora”, afirma o ministro Wellington Dias.

Geração de empregos

Antes mesmo da instituição do programa pela Lei nº 14.995/2023, o impacto do CadÚnico no mercado de trabalho já era visível. Em 2023, 1,05 milhão de vagas (53%) dos novos postos de trabalho formais foram ocupados por beneficiários do Bolsa Família, e 418 mil (21%) por outros inscritos no CadÚnico — somando 74% das contratações do ano.

Com o lançamento do Acredita no Primeiro Passo, em 2024, a presença dos beneficiários no mercado formal cresceu significativamente: 98,8% dos empregos gerados foram preenchidos por pessoas inscritas no CadÚnico, sendo 75,5% beneficiários do Bolsa Família.

Entre janeiro e agosto de 2025, o Caged registrou 1,5 milhão de novos empregos formais, dos quais 1,25 milhão (83%) foram conquistados por pessoas inscritas no CadÚnico — incluindo 912 mil beneficiários do Bolsa Família.

“Esses números representam uma mudança estrutural. O trabalhador de baixa renda, antes invisibilizado, passa a ser protagonista de uma nova fase da economia brasileira — mais inclusiva, produtiva e justa”, avalia o secretário de Inclusão Socioeconômica do MDS, Luiz Carlos Everton.

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